Porque fazer o Curso de Formação em Perito Judicial na Aviação?

Mercado Crescente

Flexibilidade de horário

Liberdade profissional

Compremento de renda

Valorização profissional

Para quem é o curso?

O curso é voltado para os profissionais da aviação com formação científica ou técnica, tais como:

Engenheiro Aeronáutico

Piloto com PP, PC ou PLA

Gerente de Segurança Operacional de Empresas Aéreas e Aeroportos

Engenheiro Mecânico Aeronáutico

Mecânico licenciado pela ANAC

Conteúdo Programático

1. Conceito de perícia judicial.
1.1 – Definição de perícia judicial (lato senso)
1.2 – A evolução histórica da perícia judicial.

2. Competências da função de perito judicial.
2.1 – Quem pode atuar como perito judicial.
2.2 – Relação processual entre os atores da perícia judicial.
2.3 – Tipos de perícia judicial.
2.4 – Áreas para atuação do perito judicial.
2.5 – O que fazer para atuar como perito judicial.

3. Proposta de honorários.
3.1 – Definição de proposta de honorários.
3.2 – Elaboração da proposta de honorários.
3.3 – Pagamento dos honorários e seus possíveis
contratempos.
3.4 – Exercício de elaboração da proposta de honorários.

4. Trabalho pericial.
4.1 – Tipos de processos passíveis de perícia.
4.2 – Fases do processo judicial.
4.3 – Princípios e deveres norteadores do trabalho
pericial na aviação.
4.4 – Início do trabalho pericial.
4.5 – Condução das diligências.
4.6 – Término do trabalho pericial.

5. Laudo Pericial.
5.1 – Conceitos sobre o laudo pericial.
5.2 – Modelo de estrutura ótima para laudo pericial
na aviação.
5.3 – Passo a passo da construção do laudo pericial
na aviação.
5.4 – Exercício de confecção do laudo pericial.

Atualmente, existe uma grande demanda do sistema judiciário brasileiro por profissionais qualificados para atuarem como Peritos em suas respectivas áreas de conhecimento. Porém a grande maioria não sabe como fazer para se tornar um Perito Judicial. Mesmo aqueles que, por aventura, tentam atuar na função de Perito Judicial sem um conhecimento prévio, acabam por cometer graves erros de procedimentos, vindo a prejudicar o bom andamento do processo judicial e, consequentemente, prejudicar a sua própria reputação profissional. Pensando nisso, o Curso de Perito Judicial do IBPJ foi criado com o objetivo de habilitar o profissional que possua formação e experiência em sua área de atuação a atuar como Perito Judicial e Assistente Técnico. É um Curso completo e totalmente atualizado, de acordo com as normas previstas pelo novo CPC, que capacita o aluno a conquistar espaço em um nicho do mercado de trabalho que está em amplo crescimento no Brasil.

PERGUNTAS FREQUENTES

Atualmente, existe uma grande demanda do sistema judiciário brasileiro por profissionais qualificados para atuarem como Peritos em suas respectivas áreas de conhecimento. Porém a grande maioria não sabe como fazer para se tornar um Perito Judicial. 

Mesmo aqueles que, por aventura, tentam atuar na função de Perito Judicial sem um conhecimento prévio, acabam por cometer graves erros de procedimentos, vindo a prejudicar o bom andamento do processo judicial e, consequentemente, prejudicar a sua própria reputação profissional. 

Pensando nisso, o Curso de Perícia Judicial do IBPJ foi criado com o objetivo de habilitar o profissional que possua formação e experiência em sua área de atuação a atuar como Perito Judicial e Assistente Técnico. 

É um Curso completo e totalmente atualizado, de acordo com as normas previstas pelo novo CPC, que capacita o aluno a conquistar espaço em um nicho do mercado de trabalho que está em amplo crescimento no Brasil. 

Com certeza! O trabalho de perícia judicial não inviabiliza a realização de outras atividades, pois não exige exclusividade e, grande parte do trabalho, pode ser realizado em sua própria residência, podendo ser encaixado na sua atual rotina. 

Toda vez que, num processo judicial, o juiz se deparar com alguma dúvida técnica, ele poderá determinar o trabalho de um especialista naquela área, de forma a esclarecer os pontos necessários à sua tomada de decisão. 

Desta forma, um perito judicial será nomeado e fará seus estudos, análises e diligências, com vistas a produzir o seu laudo pericial, o qual será apreciado pelas partes (para contestação) e pelo juiz (para a tomada de decisão). 

O Perito Judicial não é o responsável por realizar a investigação do acidente, a qual ficará sob a responsabilidades dos órgãos competentes. 

Para um melhor entendimento, podemos dizer que um Assistente Técnico nada mais é do que um “perito” contratado por cada uma das partes envolvidas no processo, os quais serão responsáveis por assessorá-las nas dúvidas técnicas que eventualmente venham a surgir e a contestarem o laudo do perito judicial. 

Para que se entenda a diferença entre essas duas funções, temos que: o perito judicial é nomeado pelo juiz e por ser de sua confiança, precisa ser imparcial nas suas conclusões e produz o Laudo Pericial. Os Assistentes Técnicos são contratados pelas partes e podem direcionar suas conclusões técnicas para atender às necessidades dos seus clientes e produzem o Parecer Técnico. 

Tomemos como exemplo um acidente aeronáutico em que a seguradora esteja processando o operador da aeronave. O juiz nomeará um perito judicial com conhecimento em aviação e, cada uma das partes (a seguradora e o operador), poderá contratar seu próprio assistente técnico para acompanhar o processo judicial e contestar o laudo do perito judicial. 

Qualquer profissional habilitado em sua área de atuação que possua o mínimo de experiência e registro de classe, caso seja aplicável, tais como: 

  • Engenheiro Aeronáutico 
  • Engenheiro Mecânico Aeronáutico 
  • Bacharel em Ciências Aeronáuticas 
  • GSO, dentre outros 

Segundo o relatório “Justiça em Números”, em 2019, terminamos o ano com 77,1 milhões de processos abertos, aguardando decisão definitiva. 

Por mais que o desempenho dos profissionais da justiça tenha sido 11% superior, quando comparado ao ano de 2018, ainda assim podemos notar a extraordinária demanda de trabalho para Peritos Judiciais e Assistentes Técnicos. 

Sim! Após a Conclusão é emitido um Certificado de Conclusão válido e aceito por todos os Tribunais de Justiça em território nacional. 

O Curso aborda conceitos de Perícia Judicial, tipos de processos existentes nas esferas judiciais e extrajudiciais, tipos de perícias, fases do processo judicial, função do Perito Judicial e Assistente técnico, o que fazer para atuar como perito e seus direitos e deveres, elaboração de proposta de honorários, postura do perito durante as diligências, laudos periciais e tudo mais que envolva a área de atuação do Perito Judicial. 

Além de tudo isso, os alunos do curso ainda possuem assessoria gratuita por tempo indeterminado, de forma que possam sanar todas as suas dúvidas e ganhar confiança durante a realização dos trabalhos como Perito Judicial. 

Como dito anteriormente, o objetivo do Curso é capacitar os profissionais de forma que fiquem habilitados a se cadastrarem nos sistemas dos Tribunais de Justiça dos estados brasileiros e, desta forma, entrarem em um banco de dados de Peritos Judiciais, sendo indicados e nomeados quando houver a necessidade da realização de perícia judicial. 

Além disso, o profissional também irá ingressar no banco de dados do Instituto Brasileiro de Peritos Judiciais, o qual frequentemente é consultado por empresas que eventualmente necessitam de Assistentes Técnicos. 

A proposta de honorários, que será ensinada no curso, é calculada com base na estimativa de horas necessárias para a realização de um trabalho de perícia judicial. 

Apenas como exemplo, podemos tomar um serviço de pequena monta, cujo tempo necessário para a conclusão dos trabalhos foi estimado em 100h, e sendo a hora do Perito R$ 250,00. 

O valor total dos honorários cobrados pelo Perito deste exemplo seria um total de R$ 25.000,00. 

Da mesma forma que o Perito, o Assistente Técnico irá propor um cálculo de honorários para o seu contratante (uma das partes envolvidas no processo) e negociará direto com eles. 

Como mencionado, após a realização do Curso, o profissional estará apto a se cadastrar nos sistemas dos Tribunais de Justiça dos estados brasileiros e integrará um banco de dados. 

Ao existir a necessidade de um Perito Judicial, o juiz irá consultar tal banco de dados, selecionar o profissional e notificá-lo para a aceitação ou não dos trabalhos solicitados. 

 

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